sexta-feira, 3 de julho de 2009

memórias: arquivos que se abrem involuntários

mariana MÃE

defendo-me de mim mesmo,
meu próprio fantasma - memórias...
porque vêm doer em mim...

deveriam trazer-me, alegrias,
já que foi tão doce um dia,
viver essas memórias...

vem morar em mim,
vem morar aqui,
oceano de alegria,
memórias...

memórias têm que andar junto,
memórias têm que estar junto,
das parcerias que construiram,
memórias...

PEDRO, memórias doem em mim,
porque você não mais estar...



Quem sou eu

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O estigma da morte é ferro, fogo e sangue nas emoções. É o peso que se carrega, não apenas pessoal, mas coletivamente, no prcessar simbólico do que é viver e do que é morrer! É a experiência humana de finitude! É mergulho profundo nas aguas da emoção, razão, imaginação. Tudo em busca de um sentido, da fé...