
Mariana MÃE
Estudos apontam que, a maioria das pessoas que se envolvem em ACIDENTES DE TRÂNSITO, estavam vivendo naquele momento, uma condição psicológica desfavorável, porquanto vivenciavam problemas de ordens diversas.
Os estudos podem ser ratificados, comparando informações sobre a situação psicológica em que se encontrava, quem estava ao volante, no acidente, que fez MEU FILHO, VÍTIMA FATAL.
Às condições objetivas do acidente, que dentre outras causas, inclui ALCOOL E ALTA VELOCIDADE, se somaram aspectos não visíveis, ocultos e ocultados nas e das audiências de apuração dos fatos relativos ao acidente, o contexto de vida de quem estava na direção do veículo.
Sabemos que, ao volante, estava um jovem, com dezenove anos de idade; com a credencial "PERMISSÃO PARA DIRIGIR, com apenas seis meses aproximado de concessão de uso; vivendo no ambiente familiar, privado da comunicação com o Pai, pois o mesmo não vinha falando com seu filho, (aquele que dirigia o veículo, no acidente que vitimou Pedro), por motivos que desconheço; o seu irmão mais velho tinha sido posto para fora de casa; e ainda o mesmo que ocupava o comando do carro, amargava o término de um namoro.
Estas informações foram-me repassadas pela genitora desse motorista, amigo de Pedro, considerando ela, estar consolando-me, "bizarro consolo", dizendo-me que, depois da partida do meu FILHO, seu lar tinha virado um céu, considerando a reciociliação e o retorno ao lar , desses filhos!
Nosso comportamento em qualquer lugar que transitemos, repercute o nosso mundo interior. No trânsito, não é diferente.
Até o Vaticano, no seu Decálogo para o MOTORISTA, divulgado recentemente, chama a atenção de aspectos que envolvem condições psicológicas.
O mandamento 5. CARROS NÃO DEVEM SER UMA EXPRESSÃO DE PODER E DOMINAÇÃO, E UMA OCASIÃO PARA PECER; e o
6. CONVENÇA OS JOVENS E OS NÃO TÃO JOVENS A NÃO DIRIGIREM QUANDO NÃO ESTÃO APTOS, sinalizam para o que deve ser ação adequada, no trânsito.
O problema é que, como tudo está interagindo permanentemente, ações inadequadas que são deflagradas, agridem cegamento o entorno, e via de regra, não volta para a invidualidade que desferiu o golpe.
Isto se comprova com relação a questão da segurança no trânsito, quando estatísticas apresentam índices muito maiores de vítimas fatais e/ou sequelados, de pedestres e caronas, sendo a causa que motivou o acidente, alcool/direção. (marianabbcerqueira)
Estudos apontam que, a maioria das pessoas que se envolvem em ACIDENTES DE TRÂNSITO, estavam vivendo naquele momento, uma condição psicológica desfavorável, porquanto vivenciavam problemas de ordens diversas.
Os estudos podem ser ratificados, comparando informações sobre a situação psicológica em que se encontrava, quem estava ao volante, no acidente, que fez MEU FILHO, VÍTIMA FATAL.
Às condições objetivas do acidente, que dentre outras causas, inclui ALCOOL E ALTA VELOCIDADE, se somaram aspectos não visíveis, ocultos e ocultados nas e das audiências de apuração dos fatos relativos ao acidente, o contexto de vida de quem estava na direção do veículo.
Sabemos que, ao volante, estava um jovem, com dezenove anos de idade; com a credencial "PERMISSÃO PARA DIRIGIR, com apenas seis meses aproximado de concessão de uso; vivendo no ambiente familiar, privado da comunicação com o Pai, pois o mesmo não vinha falando com seu filho, (aquele que dirigia o veículo, no acidente que vitimou Pedro), por motivos que desconheço; o seu irmão mais velho tinha sido posto para fora de casa; e ainda o mesmo que ocupava o comando do carro, amargava o término de um namoro.
Estas informações foram-me repassadas pela genitora desse motorista, amigo de Pedro, considerando ela, estar consolando-me, "bizarro consolo", dizendo-me que, depois da partida do meu FILHO, seu lar tinha virado um céu, considerando a reciociliação e o retorno ao lar , desses filhos!
Nosso comportamento em qualquer lugar que transitemos, repercute o nosso mundo interior. No trânsito, não é diferente.
Até o Vaticano, no seu Decálogo para o MOTORISTA, divulgado recentemente, chama a atenção de aspectos que envolvem condições psicológicas.
O mandamento 5. CARROS NÃO DEVEM SER UMA EXPRESSÃO DE PODER E DOMINAÇÃO, E UMA OCASIÃO PARA PECER; e o
6. CONVENÇA OS JOVENS E OS NÃO TÃO JOVENS A NÃO DIRIGIREM QUANDO NÃO ESTÃO APTOS, sinalizam para o que deve ser ação adequada, no trânsito.
O problema é que, como tudo está interagindo permanentemente, ações inadequadas que são deflagradas, agridem cegamento o entorno, e via de regra, não volta para a invidualidade que desferiu o golpe.
Isto se comprova com relação a questão da segurança no trânsito, quando estatísticas apresentam índices muito maiores de vítimas fatais e/ou sequelados, de pedestres e caronas, sendo a causa que motivou o acidente, alcool/direção. (marianabbcerqueira)

