MARIANA MÃE
Ai que dor é viver, quando há baixa, por morte, da força armada, no seu efetivo de AMOR!
Como vencer a guerra da vida, do viver, com baixa no efetivo de AMOR?
Tenho um arsenal de bombas de ódio, tristeza, saudade, dor, humilhação...
É preciso detoná-las?
Mulher sentimento bomba...
É preciso rendição, nesta guerra.
Se não é possivel mudar a realidade, sujeito-me a ela!
Dolorosa rendição!
Sujeição e dor...
Aqueles que representam o exercito inimigo, aqueles que se fizeram, veículos desta guerra de dor,
ocuparam trincheira de luta, foram convocados, pelo governo da inconsequência da vida e do viver!
No tribunal da consciência, a sentença é real e inexorável!
E as armas que possuo, onde depositá-las?
Elas efetivamente existem e precisam ser depositadas para que não deixem terreno minado, depósito contaminado, ou transferida para o exercito inimigo!
O que fazer com estas bombas?
Esta representação simbólica de sentimentos, nos faz perceber que objetivamente, devemos tratar e encaminhar sentimentos, como se encaminham coisas concretas.
Não há mágicas para desaparecer o concreto, o objetivo!
Também não há mágicas para desaparecer sentimentos.
Armas são instrumentos de defesa e poder .
Preservam e mantém vida, capacidades... se não forem utilizadas.
Identificam que respeito e preservação da vida, representa capacidade de mantê-las, em arsenal.
Paz, pressupõe capacidade de respeito à cidadania, de respeito e de direito à vida. Todos temos este direito.
Minhas armas ficam depositadas em mim mesmo.
Preciso entender que são inerentes ao humano.
Sua moeda de compra é a capacidade de fato, que a vida dispõe, para promover o mau.
Deixo-as intocadas, num processo contínuo e dinâmico, de continuar construindo, na vida e para a vida.
É processo de auto-defesa, porque podem ser mortíferas ou passiveis de paralizar, contaminar, sequelar, se inconscientemente detonadas em nós próprios.
Fazemos parte da civilização, somos civilizados, porquanto cidadãos reprimidos.(marianabbcerqueira)
domingo, 2 de dezembro de 2007
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Quem sou eu
- Mariana MÃE
- O estigma da morte é ferro, fogo e sangue nas emoções. É o peso que se carrega, não apenas pessoal, mas coletivamente, no prcessar simbólico do que é viver e do que é morrer! É a experiência humana de finitude! É mergulho profundo nas aguas da emoção, razão, imaginação. Tudo em busca de um sentido, da fé...
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Um comentário:
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