sábado, 5 de abril de 2008

V I D A

Pessoa Jurídica, que fiz nascer, em homenagem a PEDRO. Livraria, arte e artesanato.Guardada para ser Fundação PEDRO HENRIQUE.
Mariana MÃE

Uma vida que se vai, nada pode ocupar o seu lugar!
A natureza fica AMPUTADA!
A vida é INSUBSTITUIVEL, na sua INDIVIDUALIDADE;
ELA PERMANECE E SE RECOMPÕE, NA COLETIVIDADE!
Apenas o COLETIVO, conta para a NATUREZA!
A VIDA CONTINUA, na PERMANENCIA DA VIDA NA NATUREZA, NO MUNDO...
À NATUREZA IMPORTA TODOS QUE ESTÃO, E OS QUE HÃO DE VIR, AMÉM!
PARTICULARIZAR A IMPORTÂNCIA DE UMA VIDA, é obra da NATUREZA ou da CULTURA?
Ainda que acrescente algo, há um processo eterno de incompletude, como algo corrosivo que vai limpando, trazendo à luz mais claridade, mas que precisa permanentemente se fazer novas frentes de limpeza.
Minha percepção pontua que particularizar a importância de UMA VIDA, é obra da natureza e da cultura.

Da Natureza, no sentido de que, os laços consanguineos e por consequencia, também afetivos, quanto mais próximo, a dor é privativa e mais sangrenta.
Também, nós seres humanos não suportaríamos receber a dor coletiva com a mesma intensidade, pois sucumbiríamos, tal a tragédia!

Da Cultura, no sentido da certeza da representação simbólica da dor do outro, num espaço inatingível em relação a mim, num distanciamento imaginário do não pertencimento!

A natureza, também abriga no seu seio, tudo que já foi vida.
Vida memorial, que permanece no berço da mãe terra, útero último para renascimento eterno! (derramando minha dor, marianabbcerqueira).

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O estigma da morte é ferro, fogo e sangue nas emoções. É o peso que se carrega, não apenas pessoal, mas coletivamente, no prcessar simbólico do que é viver e do que é morrer! É a experiência humana de finitude! É mergulho profundo nas aguas da emoção, razão, imaginação. Tudo em busca de um sentido, da fé...