domingo, 24 de agosto de 2008

DIAS SEM PEDRO...

A medida que o tempo passa,
mesmo distante,
PEDRO é PRESENÇA PERMANENTE, em nossas vidas.
O tempo não esmaece nem traga o AMOR de MÃE,
fica eternamente no pensamento,
nas ações, no sentimento.
A ação humana, as chamadas "causas externas",
nunca deveria retirar um FILHO sequer,
de qualquer MÃE.
Isso como encargo da natureza,
já é uma violência atroz,
imagine se concorremos para tal!
Meu grito de amor e saudades por PEDRO,
transborda,
e quero,
derramados em PEDRO,
meu FILHO muito AMADO! (mariana MÃE)

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O estigma da morte é ferro, fogo e sangue nas emoções. É o peso que se carrega, não apenas pessoal, mas coletivamente, no prcessar simbólico do que é viver e do que é morrer! É a experiência humana de finitude! É mergulho profundo nas aguas da emoção, razão, imaginação. Tudo em busca de um sentido, da fé...