domingo, 24 de agosto de 2008

PEDRO, ONDE VOU TE ENCONTRAR?

PEDRO,
Quero te dizer do meu amor,
do amor que atravessa o tempo;
que não se desvanece da presença,
de sua existência,
no seu breve tempo, em cena!
Criança, adolescente, um jovem, apenas!
Identidade construida,
já é tempo de partida?
Onde te encontrar?
No violão de cordas retiradas,
nos silenciosos acordes,
no vazio da sua cama,
Na cadeira do seu quarto?
ainda relembro sentado,
estudando uma lição,
que ficou pra ser testada,
na academia, na quadra.
Da janela,
contemplo a recordação do seu caminhar,
para algum lugar,
lugar de ir e de chegar;
Mas, você não vem!
Se foi para não mais voltar! (mariana MÃE)

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O estigma da morte é ferro, fogo e sangue nas emoções. É o peso que se carrega, não apenas pessoal, mas coletivamente, no prcessar simbólico do que é viver e do que é morrer! É a experiência humana de finitude! É mergulho profundo nas aguas da emoção, razão, imaginação. Tudo em busca de um sentido, da fé...